RS tem 4,4 mil casos de dengue
May 6th
Novo boletim do Centro Estadual de Vigilância em Saúde indica o registro de seis novos casos de dengue ontem no Estado. O total agora é de 4.461 casos. Os municípios de Ijuí e Santo Ângelo mantiveram os mesmos números – 3.376 e 225 casos. Os registros em Santa Rosa passaram de 216 para 219. As demais notificações estão distribuídas em outros municípios do Estado.
Dengue avança no Brasil em 2010
May 6th
O verão quente e chuvoso na maior parte do Brasil trouxe consequências para o quadro epidemiológico da dengue. Em 12 dos 27 Estados do país houve aumento no número de casos registrados da doença, segundo dados fornecidos pelo Ministério da Saúde até o dia 6 de março. As maiores altas ocorreram em São Paulo e no Mato Grosso, onde os casos registrados nos primeiros três meses do ano foram 12 vezes maiores que os do mesmo período do ano passado. Apesar disso alguns Estados, principalmente das regiões Norte e Nordeste, tiveram bons resultados, com quedas de quase 90% na mesma base de comparação. No geral do país, a alta é de 72% no primeiro trimestre.
São Paulo registra 911 casos locais de dengue
Apr 21st
A cidade de São Paulo registrou neste ano o segundo maior número de casos de dengue desde 2005. Balanço divulgado nesta segunda-feira (19) pela Secretaria Municipal de Saúde contabiliza 911 casos autóctones (quando a infecção ocorre no município) e 585 importados. O balanço corresponde às notificações feitas de 1º de janeiro ao dia 14 de abril. No levantamento anterior, até o dia 7, o total de contágios na cidade atingia 741 e o de importados, 574.
A soma de infecções dentro da capital é superada apenas pelo resultado de todo o ano de 2007, quando foram registrados 2.624 casos. Nos demais anos, oscilou entre 37 e 466. O dado referente só ao de casos importados fica atrás dos anos de 2007, com 1.029 doentes, e de 2006, com 834.
“O aumento deve-se às condições climáticas atípicas, que são favoráveis ao mosquito”, diz a coordenadora do Programa Municipal de Combate e Controle de Dengue, Bronislawa de Castro. Segundo ela, além da sequência de chuvas e do forte calor, a volta de paulistanos de cidades com altos índices da doença também contribuiu para a expansão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Jovem morre com suspeita de dengue hemorrágica em Ribeirão Preto, SP
Apr 21st
Um jovem de 22 anos morreu nesta terça-feira em Ribeirão Preto, a 319 km de São Paulo, com suspeita de dengue hemorrágica. O rapaz que é de Orlândia estava internado há seis dias no Hospital São Francisco, em Ribeirão Preto.
Segundo o coordenador de Saúde de Orlândia, Sérgio Bruno Domingos de Oliveira, a cidade tem 161 casos da doença confirmados em 2010. Em Ribeirão Preto, a dengue já matou três pessoas este ano e 11.904 ficaram doentes.
Minas já tem quase 100 mil casos notificados de dengue
Apr 21st
A dengue continua causando preocupação em Minas Gerais e obrigando as autoridades da área de saúde a reforçar o combate ao mosquito transmissor da doença em municípios como Carangola, na Zona da Mata, onde já foram notificados 3,4 mil casos de dengue, com cinco mortes suspeitas. Em todo o estado, já são 98.315 notificações de dengue, com 17 mortes confirmadas e 34 sob investigação.
Dos 17 óbitos confirmados, seis foram causados pela forma hemorrágica da doença e 11 por complicações da dengue comum. Entre as 34 mortes em investigação, todas suspeitas de dengue hemorrágica, o maior número foi registrado na capital (seis), seguido por Carangola (cinco) e Bom Despacho (duas).
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), desde novembro o número de notificações da doença tem aumentado muito, em decorrência da incidência maior das chuvas e do aumento da temperatura, o que oferece boas condições para a reprodução do vetor da doença. Agora, com a chegada do outono e a diminuição das chuvas, a expectativa é que o índice de infestação se reduza.
Mas, mesmo com o fim do verão, os cuidados para prevenir a doença continuam nos 20 municípios de Minas que respondem por 66,9% das notificações da dengue. Um deles é Carangola, na Zona da Mata. Em virtude do aumento de casos de dengue na cidade, um veículo equipado para fazer fumacê e técnicos da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Manhumirim foram enviados para lá.
Agentes de combate a endemias que atuam na força-tarefa montada pelo governo do estado também estão no município, atuando nas ações de controle da doença.
Dengue Hemorrágica
Feb 27th
A Dengue Hemorrágica é uma doença gravíssima e é caracterizada por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.
Dengue hemorrágica sintomas
Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
Fotos Dengue hemorrágica
Febre amarela
Feb 27th
A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos contaminados por um flavivirus e ocorre na América Central, na América do Sul e na África.
No Brasil, a febre amarela pode ser adquirida em áreas silvestres e rurais de regiões como Norte e Centro-Oeste, além de parte do Sudeste, Nordeste e Sul. Ou seja, o indivíduo entra em regiões onde exista o mosquito Aedes aegypti ou Aedes albopictus e, conseqüentemente, sofre a possibilidade de ser picado por algum desses mosquitos já afetado pelo vírus, que possivelmente fora contraído pela picada em um ser já portador, como a espécie de bugio ou outros tipos de macacos, e, em seguida, o mosquito pica a pessoa que ainda não teve a doença e, portanto, não adquiriu defesas naturais para combater o vírus. A febre amarela urbana é considerada erradicada no Brasil desde 1942, o que significa que grandes centros urbanos não correm o risco de propagação em massa do vírus.
(Vírus da febre amarela) Pertence à família dos flavivirus, e o seu genoma é de RNA simples de sentido positivo (pode ser usado directamente como um RNA para a síntese proteica). Produz cerca de 10 proteínas, sendo 7 constituintes do seu capsídeo, e é envolvido por envelope bílipidico. Multiplica-se no citoplasma e os virions descendentes invaginam para o retículo endoplasmático da célula-hóspede, a partir do qual são depois exocitados. Tem cerca de 50 nanómetros de diâmetro.
Muitos danos são causados pelos complexos de anticorpos produzidos. O grande número de vírus pode produzir massas de anticorpos ligados a inúmeros vírus e uns aos outros que danificam o endotélio dos vasos, levando a hemorragias.
Os vírus infectam principalmente os macrófagos, que são células de defesa do nosso corpo.
Cólera
Feb 27th
A cólera (ou cólera asiática) é uma doença causada pelo vibrião colérico (Vibrio cholerae), uma bactéria em forma de vírgula ou bastonete que se multiplica rapidamente no intestino humano produzindo uma potente toxina que provoca diarréia intensa. Ela afeta apenas os seres humanos e a sua transmissão é diretamente dos dejetos fecais de doentes por ingestão oral, principalmente em água contaminada.
Transmissão da Cólera
A cólera é transmitida através da ingestão de água ou alimentos contaminados com cistos. São necessários em média 100 milhões de víbrios (e no mínimo um milhão) ingeridos para se estabelecer a infecção, uma vez que não são resistentes à acidez gástrica e morrem em grandes números na passagem pelo estômago.
Malaria
Feb 27th
A malária ou paludismo é uma doença infecciosa aguda ou crônica causada por protozoários parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada do mosquito Anopheles.
A malária mata 3 milhões de pessoas por ano, uma taxa só comparável à da SIDA/AIDS, e afeta mais de 500 milhões de pessoas todos os anos. É a principal parasitose tropical e uma das mais frequentes causas de morte em crianças nesses países: (mata um milhão de crianças com menos de 5 anos a cada ano). Segundo a OMS, a malária mata uma criança africana a cada 30 segundos, e muitas crianças que sobrevivem a casos severos sofrem danos cerebrais graves e têm dificuldades de aprendizagem.
A designação paludismo surgiu no século XIX, formada a partir da forma latinizada de paul, palude, com o sufixo -ismo. Malária é termo de origem italiana que se internacionalizou e que surge em obras em português na mesma altura. Termo médico tradicional era sezonismo, de sezão, este atestado desde o século XIII. Existem muitas outras designações.
Transmissão da Malária
A malária é transmitida pela picada das fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles. A transmissão geralmente ocorre em regiões rurais e semi-rurais, mas pode ocorrer em áreas urbanas, principalmente em periferias. Em cidades situadas em locais cuja altitude seja superior a 1500 metros, no entanto, o risco de aquisição de malária é pequeno. Os mosquitos têm maior atividade durante o período da noite, do crepúsculo ao amanhecer. Contaminam-se ao picar os portadores da doença, tornando-se o principal vetor de transmissão desta para outras pessoas. O risco maior de aquisição de malária é no interior das habitações, embora a transmissão também possa ocorrer ao ar livre.
O mosquito da malária só sobrevive em áreas que apresentem médias das temperaturas mínimas superiores a 15 °C, e só atinge número suficiente de indivíduos para a transmissão da doença em regiões onde as temperaturas médias sejam cerca de 20-30 °C, e umidade alta. Só os mosquitos fêmeas picam o homem e alimentam-se de sangue. Os machos vivem de seivas de plantas. As larvas se desenvolvem em águas paradas, e a prevalência máxima ocorre durante as estações com chuva abundante.

Casos de dengue sobem 109% em 2010, para 108,6 mil registros
Feb 27th
O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (26) que o número de casos de dengue registrados no país neste ano, entre 1o. de janeiro e 13 de fevereiro, somaram 108,64 mil registros, o que significa um crescimento de 109% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram detectados 51,87 mil casos no país. A dengue é trasmitida por meio da picada do mosquito Aedes aegypti.
O coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho, negou que haja uma epidemia da doença no país – que se caracteriza pelo aparecimento de casos em todos os municípios do Brasil. Ele não afastou, porém, a possibilidade da eclosão de uma epidemia de dengue neste ano. “Existe o risco”, afirmou a jornalistas.
Razões do aumento
Segundo Giovanini Coelho, algumas variáveis podem explicar a elevação no número de casos registrados no país, como o alto volume de chuvas e, também, as altas temperaturas registradas.
Ele admitiu, entretanto, que esse crescimento de casos é um dado que “preocupa” o governo. “Por isso, temos que intensificar as ações de combate à doença e alertar a população e os gestores”, disse Coelho.
“A população tem de cuidar sempre dentro de seus ambientes domésticos e evitar o acúmulo de água parada. Também tem de proteger os depósitos de água existentes. São medidas universais”, acrescentou o coordenador do Programa de Dengue.
Número de mortes cai
Apesar do forte aumento de mais de 100% no número de casos detectados nas seis primeiras semanas deste ano, o Ministério da Saúde informou que o número de mortes decorrentes da doença caiu em 2010. Na parcial deste ano, até 13 de fevereiro, foram registradas 21 mortes, contra 31 óbitos em igual período de 2009. “O número de óbitos pode sofrer alterações, uma vez que todas as mortes por suspeita de dengue são submetidas a investigação laboratorial”, informou o governo.
Retorno do sorotipo DEN-1
De acordo com o Ministério da Saúde, outro fator que tem contribuído para o aumento no número de casos de dengue neste ano é a circulação do sorotipo viral conhecido como “DEN-1″, que circulou com maior intensidade na década de 90.
De acordo com o governo, esse sorotipo viral voltou a predominar em alguns estados, e é um fator que pode contribuiu para que se estabeleça uma epidemia da doença no Brasil. De acordo com Coelho, do Ministério da Saúde, todas as epidemias que já existiram se deveram ao aparecimento de um novo sorotipo, ou ao retorno de um sorotipo viral que não circulava há muito tempo.
“Há um contingente muito grande de pessoas que não estão imunizadas contra o sorotipo DEN-1, em especial crianças e adolescentes”, disse Giovanini Coelho. O Ministério da Saúde informou que já alertou a todas unidades da federação sobre o retorno desse sorotipo.
Concentração em 5 estados
Dados do governo mostram ainda que cinco estados concentram “alta incidência” de registros da doença, com 77,11 mil notificações registradas, ou seja, 71% das detecções. São eles: Rondônia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Acre.
Segundo o Ministério da Saúde, 34% das notificações concentram-se em cinco municípios: Campo Grande (MS), com 12,7 mil casos detectados; Goiânia (GO), com 12,31 mil registros; Aparecida de Goiânia (GO), com 3,28 mil casos; Rio Branco (AC), com 5,05 mil registros; e Porto Velho (RO), com a detecção de 3,41 mil pessoas infectadas.
Alerta
Diante da situação, o Ministério da Saúde informa que foi encaminhado um alerta aos governadores de todos os estados nordestinos, cujo maior período de transmissão para esta região do país começa em março, e também prefeitos das capitais da região Nordeste, recomendando a intensificação das ações para eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti e a articulação com a limpeza urbana, saneamento e meio ambiente.


