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	<title>Dengue &#187; Sobre a Dengue</title>
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		<title>Falta de água acaba piorando problema da dengue no Maranhão</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 09:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre a Dengue]]></category>
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		<description><![CDATA[SÃO LUÍS &#8211; No Maranhão, falhas no abastecimento de água da capital têm provocado problemas de saúde. Um deles, por causa da necessidade de armazenar água. Em boa parte de São Luís, o abastecimento é feito por caminhão-pipa. Pelos próximos dois meses, 170 comunidades da capital vão conviver com esse problema e com outro ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO LUÍS &#8211; No Maranhão, falhas no abastecimento de água da capital têm provocado problemas de saúde. Um deles, por causa da necessidade de armazenar água. Em boa parte de São Luís, o abastecimento é feito por caminhão-pipa. Pelos próximos dois meses, 170 comunidades da capital vão conviver com esse problema e com outro ainda mais grave. É que muita gente resolveu guardar água em recepientes sem tampas. Foi onde o mosquito da dengue encontrou o ambiente perfeito para se reproduzir.</p>
<p>- Eu sei que a gente tem que armazenar água, mas vamos tomar cuidado com os reservatórios de água, porque a situação está ruim &#8211; disse a agente de saúde Isabel Abreu.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, o armazenamento de água nestas condições é responsável por 94% dos focos de mosquito em São Luís. Em uma única lata de tinta destampada, os agentes encontraram 25 pupas, o último estágio antes de nascerem os mosquitos. Mais três dias na água e virariam insetos transmissores da dengue.</p>
<p>- Já pronto para picar, para eclodir, é uma tristeza &#8211; lamentou o agente de saúde Demézio Rodrigues.</p>
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		<title>Dúvidas Dengue</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 18:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que é Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre a Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[a dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue Hemorrágica]]></category>

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		<description><![CDATA[1. O que é Dengue?
A Dengue é uma doença febril aguda. A pessoa pode adoecer quando o vírus penetra no organismo, pela picada de um mosquito infectado, o Aedes aegypti.
2. Quanto tempo depois de ser picado aparece a doença?
Se o mosquito estiver infectado, o período de incubação varia de 3 a 15 dias, sendo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. O que é <strong>Dengue</strong>?<br />
A <strong>Dengue</strong> é uma doença febril aguda. A pessoa pode adoecer quando o vírus penetra no organismo, pela picada de um mosquito infectado, o Aedes aegypti.</p>
<p>2. Quanto tempo depois de ser picado aparece a doença?<br />
Se o mosquito estiver infectado, o período de incubação varia de 3 a 15 dias, sendo em média de 5 a 6 dias.</p>
<p>3. Quais são os sintomas da <strong>Dengue</strong>?<br />
Os sintomas mais comuns são febre, dores no corpo, principalmente nas articulações, e dor de cabeça.Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e em alguns casos, sangramento, mais comum na gengiva.</p>
<p>4. O que devo fazer se aparecer alguns desses sintomas?<br />
Buscar o serviço de saúde mais próximo.</p>
<p>5. Como é feito o tratamento da <strong>Dengue</strong>?<br />
Não há tratamento específico para o paciente com <strong>Dengue</strong> clássica. O médico deve tratar os sintomas, como as dores de cabeça e no corpo, com analgésicos e antitérmicos (dipirona). Devem ser evitados os salicilatos, como o AAS e a Aspirina, já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. É importante também que o paciente fique em repouso e beba bastante líquido. Já os pacientes com Febre Hemorrágica da <strong>Dengue</strong> (FHD) devem ser observados cuidadosamente para identificação dos primeiros sinais de choque, como a queda de pressão. O período crítico ocorre durante a transição da fase febril para a sem febre, geralmente após o 3º dia da doença. A pessoa deixa de ter febre e isso leva a uma falsa sensação de melhora, mas em seguida o quadro clínico do paciente piora. Em casos menos graves, quando o vômito ameaçar causar desidratação, a reidratação pode ser feita em nível ambulatorial. Alguns dos sintomas da <strong>Dengue</strong> só podem ser diagnosticados por um médico.</p>
<p>6. A pessoa que pegar <strong>Dengue</strong> pode morrer?<br />
Sim. A <strong>Dengue</strong>, mesmo na forma clássica, é uma doença séria. Caso a pessoa seja portadora de alguma doença crônica, como problemas cardíacos, devem ser tomados cuidados especiais. No entanto, ela é mais grave quando se apresenta na forma hemorrágica. Nesse caso, quando tratada a tempo, a pessoa não corre risco de morte.</p>
<p>7. Quais os cuidados para não se pegar <strong>Dengue</strong>?<br />
Como é praticamente impossível eliminar o mosquito, é preciso identificar objetos que possam se transformar em criadouros do Aedes. Por exemplo, uma bacia no pátio de uma casa é um risco, porque, com o acúmulo da água da chuva, a fêmea do mosquito poderá depositar os ovos nesse local. Então, o único modo é limpar e retirar tudo o que possa acumular água e oferecer risco. Em 90% dos casos, o foco do mosquito está nas residências.</p>
<p>8. O que devo fazer para evitar o mosquito da <strong>Dengue</strong>?<br />
Para evitar o mosquito da <strong>Dengue</strong> é preciso eliminar os focos do Aedes. Use mosquiteiros e principalmente telas nas janelas. Use roupas que cubram maior parte do corpo. Veja as dicas de prevenção.</p>
<p>9. Depois de termos <strong>Dengue</strong>, podemos pegar novamente?<br />
Sim, podemos, mas nunca do mesmo tipo de vírus. Ou seja, a pessoa fica imune contra o tipo de vírus que provocou a doença, mas ela ainda poderá ser contaminada pelas outras 3 formas conhecidas do vírus da <strong>Dengue</strong>.</p>
<p>10. Posso pegar <strong>Dengue</strong> de uma pessoa doente?<br />
Em hipótese alguma. Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia, nem de fontes de água ou alimento.</p>
<p>11. Quantos tipos de vírus da <strong>Dengue</strong> existem?<br />
São conhecidos 4 sorotipos: 1, 2, 3 e 4, sendo que no Brasil não existe circulação do tipo 4.</p>
<p>12. Existe vacina contra a <strong>Dengue</strong>?<br />
Ainda não, mas a comunidade científica internacional e brasileira está trabalhando firme nesse propósito. Estimativas indicam que deveremos ter um imunizante contra a <strong>Dengue</strong> em 5 anos. A vacina contra a <strong>Dengue</strong> é mais complexa que as demais. A <strong>Dengue</strong>, com 4 vírus identificados até o momento, é um desafio para os pesquisadores. Será necessário fazer uma combinação de todos os vírus para que se obtenha um imunizante realmente eficaz contra a doença.</p>
<p>13. Por que essa doença ocorre no Brasil?<br />
É um sério problema de saúde pública em todo o mundo, especialmente nos países tropicais como o nosso, onde as condições do meio ambiente, aliadas a características urbanas, favorecem o desenvolvimento e a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypti. Mais de 100 países em todos os continentes, exceto a Europa, registram a presença do mosquito e casos da doença. Ano passado, o mundo teve 100 milhões de casos notificados, com 80 mil óbitos.</p>
<p>14. Onde o Aedes aegypti gosta de ficar?<br />
O Aedes aegypti é um mosquito caseiro. Prefere ficar em áreas fechadas e atacar na região das pernas, embaixo das mesas, próximo ao chão.</p>
<p>15. Posso usar inseticidas diariamente contra o Aedes?<br />
Pode. A maioria dos aerossóis domésticos possui piretróide que, segundo alguns especialistas, é uma substância menos tóxica para as pessoas. De qualquer maneira, os inseticidas não devem ser borrifados diretamente em pessoas, animais e plantas.</p>
<p>16. Posso usar repelentes corporais?<br />
Pode, mas com cautela. Existem apresentações em creme, loção ou aerossol. Aqueles que contêm DEET formam uma camada protetora sobre a pele. Alguns repelentes têm MGK e PVO, que são substâncias que potencializam os efeitos dos repelentes. Devem ser usados com moderação. Não é recomendado para crianças com menos de 6 anos. Repelentes corporais podem causar reações alérgicas na pele. Em crianças, usa apenas os repelentes indicados para elas.</p>
<p>17. O Aedes também se desenvolve em piscinas?<br />
Só em água de piscinas abandonadas. Se a água for tratada, com pH adequado e clorada, não há qualquer risco de desenvolvimento de larvas do Aedes. É recomendável limpar as bordas das piscinas periodicamente pois podem servir como depósito para ovos do mosquito.</p>
<p>18. Os aquários também são criadouros do Aedes?<br />
Não. As larvas dos mosquitos são o prato preferido dos peixes.</p>
<p>19. Colocar pó de café nos pratinhos de plantas impede o desenvolvimento das larvas do mosquito?<br />
Não existe comprovação da ação larvicida da borra de café.</p>
<p>20. Água sanitária e fumo de rolo têm ação sobre os focos?<br />
Não existe comprovação da eficácia. É prudente não confiar.</p>
<p>21. E quanto ao uso de velas?<br />
Defensores do uso de velas de andiroba e citronela para afastar os mosquitos recomendam que o mesmo seja feito em ambientes fechados. Não há comprovação científica da eficácia das velas. É melhor ser prudente.</p>
<p>22. O ar condicionado ajuda a afastar o mosquito?<br />
Sim, pois o Aedes não gosta de frio.</p>
<p>23. É verdade que o complexo B afasta o mosquito?<br />
O complexo B realmente altera a composição do suor do corpo humano e, segundo o relato de alguns pesquisadores, sua eliminação pela pele tem ação repelente. No entanto, há controvérsias entre os médicos quanto a esta ação.</p>
<p>24. A <strong>Dengue</strong> é mais comum na região serrana ou no litoral?<br />
No litoral, embora o mosquito esteja apresentando um alto grau de adaptação a ambientes e condições que anteriormente repelia.</p>
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		<title>Sobre a dengue</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 23:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre a Dengue]]></category>
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		<description><![CDATA[No Brasil, desde o ano de 1986, epidemias de dengue são registradas quase que anualmente; no entanto, comumente observamos cm muitos gestores, profissionais de saúde e meios de comunicação certa perplexidade diante dessas epidemias, mostrando-se surpresos com a ocorrência e a magnitude das mesmas.
Por outro lado, as justificativas para as elevadas taxas de letalidade, observadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, desde o ano de 1986, epidemias de dengue são registradas quase que anualmente; no entanto, comumente observamos cm muitos gestores, profissionais de saúde e meios de comunicação certa perplexidade diante dessas epidemias, mostrando-se surpresos com a ocorrência e a magnitude das mesmas.<br />
Por outro lado, as justificativas para as elevadas taxas de letalidade, observadas durante as epidemias de dengue, invariavelmente apontam para uma &#8220;maior agressividade&#8221; do sorotipo circulante, que isoladamente não explica a maioria dos óbitos registrados.<br />
A experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas permite afirmar que nem as epidemias são imprevisíveis, nem as altas taxas de letalidade imutáveis.<br />
Sendo as epidemias eventos previsíveis, nada mais lógico que organizar a rede de serviços de saúde com a antecedência e o planejamento que o problema exige. A elaboração de planos de contingência1 antes do início das epidemias, certamente, contribuirá de maneira decisiva para a redução da letalidade.<br />
Segundo Torres (2006),<br />
&#8220;Tão importante quanto evitar a transmissão de dengue é a preparação dos sistemas de saúde para atender adequadamente os doentes e evitar sua morte. Um bom administrador de saúde é capaz de salvar mais vidas durante uma epidemia de dengue que os médicos e intensivistas&#8221;..<br />
A seguir são apresentadas algumas diretrizes para a organização da rede de serviços de saúde, cujo objetivo final é a redução da letalidade.</p>
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		<title>Organização dos serviços</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 22:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Brasil, desde o ano de 1986, epidemias de dengue são registradas quase que anualmente; no entanto, comumente observamos cm muitos gestores, profissionais de saúde e meios de comunicação certa perplexidade diante dessas epidemias, mostrando-se surpresos com a ocorrência e a magnitude das mesmas.
Por outro lado, as justificativas para as elevadas taxas de letalidade, observadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, desde o ano de 1986, epidemias de dengue são registradas quase que anualmente; no entanto, comumente observamos cm muitos gestores, profissionais de saúde e meios de comunicação certa perplexidade diante dessas epidemias, mostrando-se surpresos com a ocorrência e a magnitude das mesmas.<br />
Por outro lado, as justificativas para as elevadas taxas de letalidade, observadas durante as epidemias de dengue, invariavelmente apontam para uma &#8220;maior agressividade&#8221; do sorotipo circulante, que isoladamente não explica a maioria dos óbitos registrados.<br />
A experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas permite afirmar que nem as epidemias são imprevisíveis, nem as altas taxas de letalidade imutáveis.<br />
Sendo as epidemias eventos previsíveis, nada mais lógico que organizar a rede de serviços de saúde com a antecedência e o planejamento que o problema exige. A elaboração de planos de contingência1 antes do início das epidemias, certamente, contribuirá de maneira decisiva para a redução da letalidade.<br />
Segundo Torres (2006),<br />
&#8220;Tão importante quanto evitar a transmissão de dengue é a preparação dos sistemas de saúde para atender adequadamente os doentes e evitar sua morte. Um bom administrador de saúde é capaz de salvar mais vidas durante uma epidemia de dengue que os médicos e intensivistas&#8221;..<br />
A seguir são apresentadas algumas diretrizes para a organização da rede de serviços de saúde, cujo objetivo final é a redução da letalidade.</p>
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		<title>Dengue Tratamento</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 20:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tratamento para dengue]]></category>

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		<description><![CDATA[Dengue clássica:
não há tratamento específico. A medicação é apenas sintomática,
com analgésicos e antitérmicos (paracetamol e dipirona). Devem
ser evitados os salicilatos e os antiinflamatórios não hormonais,
já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações
hemorrágicas e acidose. O paciente deve ser orientado
a permanecer em repouso e iniciar hidratação oral.
Febre Hemorrágica da Dengue &#8211; FHD:
os pacientes devem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dengue clássica:</strong><br />
não há tratamento específico. A medicação é apenas sintomática,<br />
com analgésicos e antitérmicos (paracetamol e dipirona). Devem<br />
ser evitados os salicilatos e os antiinflamatórios não hormonais,<br />
já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações<br />
hemorrágicas e acidose. O paciente deve ser orientado<br />
a permanecer em repouso e iniciar hidratação oral.<br />
<strong>Febre Hemorrágica da Dengue &#8211; FHD:</strong><br />
os pacientes devem ser observados cuidadosamente para<br />
identificação dos primeiros sinais de choque. O período crítico<br />
será durante a transição da fase febril para a afebril, que geralmente<br />
ocorre após o terceiro dia da doença. Em casos menos graves,<br />
quando os vômitos ameaçarem causar desidratação ou acidose,<br />
ou houver sinais de hemoconcentração, a reidratação pode ser<br />
feita em nível ambulatorial.</p>
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		<title>Dengue Diagnóstico</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 20:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre a Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue diagnostico]]></category>

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		<description><![CDATA[Diagnóstico Diferencial

Dengue clássica:
considerando que a dengue tem um amplo espectro clínico,
as principais doenças a serem consideradas no diagnóstico
diferencial são: gripe, rubéola, sarampo e outras infecções virais,
bacterianas e exantemáticas.

Febre Hemorrágica da Dengue &#8211; FHD:
no início da fase febril, o diagnóstico diferencial deve ser feito
com outras infecções virais e bacterianas e, a partir do 3º
ou 4º dia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Diagnóstico Diferencial</strong></p>
<p><strong></strong><br />
<strong>Dengue clássica:</strong><br />
considerando que a dengue tem um amplo espectro clínico,<br />
as principais doenças a serem consideradas no diagnóstico<br />
diferencial são: gripe, rubéola, sarampo e outras infecções virais,<br />
bacterianas e exantemáticas.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Febre Hemorrágica da Dengue &#8211; FHD:</strong><br />
no início da fase febril, o diagnóstico diferencial deve ser feito<br />
com outras infecções virais e bacterianas e, a partir do 3º<br />
ou 4º dia, com choque endotóxico decorrente de infecção<br />
bacteriana ou meningococcemia.<br />
As doenças a serem consideradas são: leptospirose, febre<br />
amarela, malária, hepatite infecciosa, influenza, bem como outras<br />
febres hemorrágicas transmitidas por mosquitos ou carrapatos.</p>
<p>Diagnóstico Laboratorial<br />
Exames Específicos<br />
A comprovação laboratorial das infecções pelo vírus da<br />
dengue faz-se pelo isolamento do agente ou pelo emprego<br />
de métodos sorológicos &#8211; demonstração da presença<br />
de anticorpos da classe IgM em única amostra de soro<br />
ou aumento do título de anticorpos IgG em amostras<br />
pareadas (conversão sorológica).<br />
Isolamento: é o método mais específico para determinação do<br />
sorotipo responsável pela infecção. A coleta de sangue<br />
deverá ser feita em condições de assepsia, de preferência<br />
no terceiro ou quarto dia do ínicio dos sintomas. Após o<br />
término dos sintomas não se deve coletar sangue para<br />
isolamento viral.<br />
Sorologia: os testes sorológicos complementam o isolamento do<br />
vírus e a coleta de amostra de sangue deverá ser feita após<br />
o sexto dia do início da doença.<br />
Obs.: não congelar o sangue total, nem encostar o frasco<br />
diretamente no gelo para evitar hemólise. Os tubos ou<br />
frascos encaminhados ao laboratório deverão ter rótulo com<br />
nome completo do paciente e data da coleta da amostra,<br />
preenchido a lápis para evitar que se torne ilegível ao<br />
contato com a água.</p>
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		<title>Suscetibilidade e Imunidade</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 20:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre a Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>

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		<description><![CDATA[A suscetibilidade ao vírus da dengue é universal. A imunidade é permanente para um mesmo sorotipo (homóloga). Entretanto, a imunidade cruzada (heteróloga) existe temporariamente.
A fisiopatogenia da resposta imunológica à infecção aguda por dengue pode ser primária e secundária. A resposta primária se dá em pessoas não expostas anteriormente ao flavivírus e o título
de anticorpos se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A suscetibilidade ao vírus da dengue é universal. A imunidade é permanente para um mesmo sorotipo (homóloga). Entretanto, a imunidade cruzada (heteróloga) existe temporariamente.<br />
A fisiopatogenia da resposta imunológica à infecção aguda por dengue pode ser primária e secundária. A resposta primária se dá em pessoas não expostas anteriormente ao flavivírus e o título<br />
de anticorpos se eleva lentamente. A resposta secundária se dá em pessoas com infecção aguda por dengue, mas que tiverem infecção prévia por flavivírus e o título de anticorpos se eleva rapidamente em níveis bastante altos. A suscetibilidade em relação à Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) não está totalmente<br />
esclarecida.<br />
<strong>Três teorias mais conhecidas tentam explicar sua ocorrência</strong><br />
1. Relaciona o aparecimento de FHD à virulência da cepa<br />
infectante, de modo que as formas mais graves sejam<br />
resultantes de cepas extremamente virulentas.<br />
2. Na Teoria de Halstead, a FHD se relaciona com infecções<br />
seqüenciais por diferentes sorotipos do vírus da dengue,<br />
num período de 3 meses a 5 anos. Nessa teoria, a resposta<br />
imunológica na segunda infecção é exacerbada, o que resulta<br />
numa forma mais grave da doença.<br />
3. Uma hipótese integral de multicausalidade tem sido proposta por<br />
autores cubanos, segundo a qual se aliam vários fatores de<br />
risco às teorias de Halstead e da virulência da cepa. A interação<br />
desses fatores de risco promoveria condições para a ocorrência<br />
da FHD.</p>
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		<title>Erros sobre a dengue</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 20:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erros]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre a Dengue]]></category>
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		<description><![CDATA[DEVE-SE ESPERAR QUE O PACIENTE APRESENTE FEBRE, SANGRAMENTO ESPONTÂNEO, TROMBOCITOPENIA (plaquetas< 100.000/ mm3) E HEMOCONCENTRAÇÃO OU OUTRO SINAL DE EXTRAVASAMENTO PLASMÁTICO PARA INICIARA REPOSIÇÃO VENOSA DE LÍQUIDOS.
De acordo com a OMS, os quatro critérios citados devem estarpresentes para se caracterizar a febre hemorrágica da dengue (FHD/SCD). No Brasil, por orientação do Ministério da Saúde, optou-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DEVE-SE ESPERAR QUE O PACIENTE APRESENTE FEBRE, SANGRAMENTO ESPONTÂNEO, TROMBOCITOPENIA (plaquetas< 100.000/ mm3) E HEMOCONCENTRAÇÃO OU OUTRO SINAL DE EXTRAVASAMENTO PLASMÁTICO PARA INICIARA REPOSIÇÃO VENOSA DE LÍQUIDOS.</p>
<p>De acordo com a OMS, os quatro critérios citados devem estarpresentes para se caracterizar a febre hemorrágica da dengue (FHD/SCD). No Brasil, por orientação do Ministério da Saúde, optou-se por uma classificação que permite avaliar o paciente de forma dinâmica, Assim, o paciente com dengue pode apresentar sinais de alerta que anunciam a iminência do choque e, nesse momento, médicos e demais profissionais de saúde devem estar sempre vigilantes para iniciar a reposição de líquidos precocemente com o objetivo de encaminhar o paciente às unidades de saúde de maior complexidade e quando necessário, na melhor condição clínica possível.</p>
<div id="crp_related"><h3>Dengue:</h3><ul><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/sobre-a-dengue/dengue-tratamento.html" rel="bookmark" class="crp_title">Dengue Tratamento</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/mitos/sobre-a-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Sobre a dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/erros/erros-febre-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Erros: Febre Dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/dengue-tratamento/dengue-tratamento-2.html" rel="bookmark" class="crp_title">Dengue Tratamento</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/mitos/sobre-a-dengue-a-dengue-nao-tem-tratamento.html" rel="bookmark" class="crp_title">Sobre a Dengue: A DENGUE NÃO TEM TRATAMENTO</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/aspectos-clinicos/tipos-de-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Tipos de Dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/erros/erro-complicacoes-apenas-com-dengue-hemorragica.html" rel="bookmark" class="crp_title">Erro: Complicações apenas com dengue hemorrágica</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/sobre-a-dengue/mitos-e-erros-sobre-a-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Mitos e Erros sobre a dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/mitos/sobre-a-dengue-para-evitar-a-morte-por-dengue-e-necessario.html" rel="bookmark" class="crp_title">Sobre a Dengue: PARA EVITAR A MORTE POR DENGUE, É NECESSÁRIO:</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/sintomas-dengue/sintomas-da-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Sintomas da Dengue</a></li><li>Powered by <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Erro: Complicações apenas com dengue hemorrágica</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 19:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erros]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre a Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue Hemorrágica]]></category>
		<category><![CDATA[dengue hemorrágico]]></category>

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		<description><![CDATA[PACIENTES COM DENGUE CLÁSSICO NÁO TÊM COMPLICAÇÕES, ESSAS SÓ OCORREM NO DENGUE HEMORRÁGICO.
E erro grave achar que as complicações só irão ocorrer em pacientes com-dengue hemorrágico, atribuindo boa evolução a todos os pacientes com dengue clássico: &#8220;a , febre do dengue incomoda, mas não mata&#8221;.
Ao dengue clássico podem se associar, e isso ocorre com relativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PACIENTES COM DENGUE CLÁSSICO NÁO TÊM COMPLICAÇÕES, ESSAS SÓ OCORREM NO DENGUE HEMORRÁGICO.<br />
E erro grave achar que as complicações só irão ocorrer em pacientes com-dengue hemorrágico, atribuindo boa evolução a todos os pacientes com dengue clássico: &#8220;a , febre do dengue incomoda, mas não mata&#8221;.<br />
Ao dengue clássico podem se associar, e isso ocorre com relativa freqüência, alterações da função hepática, miocardite, e outras cardiopatias, assim como manifestações neurológicas que traduzem<br />
comprometimento do sistema nervoso central. Além disso, no início da doença, não é possível saber que paciente evoluirá mal, podendo chegar ao dengue hemorrágico e à síndrome por choque do dengue.<br />
Portanto, durante uma epidemia, todos os pacientes com suspeita de dengue devem receber atenção médica e orientação para identificação dos sinais de alerta, mantendo-se em observação durante o período febril e, pelo menos, 48 horas depois.</p>
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		<title>Erros: Febre Dengue</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 19:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dengue</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erros]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre a Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[a dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[erros dengue]]></category>
		<category><![CDATA[erros sobre a dengue]]></category>
		<category><![CDATA[febre dengue]]></category>

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		<description><![CDATA[AS COMPLICAÇÕES DO DENGUE SURGEM DURANTE O PICO DA FEBRE, PORTANTO NÃO HÁ NECESSIDADE DE VIGIAR OS SINAIS DE ALERTA APÓS O PERÍODO FEBRIL.
Na realidade, o período crítico coincide com a defervescencia da febre. Geralmente, durante a queda da febre ou pouco depois, pode ser constatada a hemoconcentração, com o surgimento dos derrames cavitários resultantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AS COMPLICAÇÕES DO DENGUE SURGEM DURANTE O PICO DA FEBRE, PORTANTO NÃO HÁ NECESSIDADE DE VIGIAR OS SINAIS DE ALERTA APÓS O PERÍODO FEBRIL.<br />
Na realidade, o período crítico coincide com a defervescencia da febre. Geralmente, durante a queda da febre ou pouco depois, pode ser constatada a hemoconcentração, com o surgimento dos derrames cavitários resultantes do extravasamento plasmático, com graves conseqüências clínicas. Posteriormente podem aparecer hipotensão arterial, baixo débito cardíaco, taquicardia, pulso fino e rápido, cianose periférica e choque.<br />
Essa evolução desfavorável pode ser evitada se o  doente com dengue é colocado em observação clínica, especialmente no período que sucede à queda da febre, por meio da vigilância e da busca ativa dos sinais de alerta.</p>
<div id="crp_related"><h3>Dengue:</h3><ul><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/erros/erro-complicacoes-apenas-com-dengue-hemorragica.html" rel="bookmark" class="crp_title">Erro: Complicações apenas com dengue hemorrágica</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/sintomas-dengue/sintomas-da-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Sintomas da Dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/sobre-a-dengue/dengue-tratamento.html" rel="bookmark" class="crp_title">Dengue Tratamento</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/erros/erros-sobre-a-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Erros sobre a dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/aspectos-clinicos/tipos-de-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Tipos de Dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/dengue-hemorragica/dengue-hemorragica.html" rel="bookmark" class="crp_title">Dengue Hemorrágica</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/sobre-a-dengue/mitos-e-erros-sobre-a-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Mitos e Erros sobre a dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/sintomas-dengue/sintomas-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Sintomas Dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/mitos/sobre-a-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Sobre a dengue</a></li><li><a href="http://dengue.blogsbr.com/modo-de-transmissao/modo-de-transmissao-da-dengue.html" rel="bookmark" class="crp_title">Modo de Transmissão da Dengue</a></li><li>Powered by <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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