Dengue Prevenção

Como prevenir a dengue

  • Evite ter bromélias em casa. Substitua-as por outras plantas que não acumulem água. Se preferir mantê-las, é indispensável tratá-las com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando, no mínimo, duas vezes por semana. Tire sempre a água acumulada nas folhas.
  • Coloque areia até a borda de pratinhos de vasos de planta dentro e fora de casa.
  • Coloque em um saco plástico, feche bem e jogue no lixo: tampinhas de garrafa, cascas de ovo, latinhas, embalagens e copos plásticos, ou qualquer objeto que possa acumular o mínimo de água.
  • Para as lixeiras dentro e fora de casa, feche bem o saco plástico e mantenha a lixeira tampada.
  • Vasilhames para água e comida de animais domésticos. Lave-os pelo menos uma vez por semana com escova.
  • Evite acumular entulhos. Eles podem se tornar foco do mosquito da Dengue.
  • Tonéis, barris e depósitos de água. Escove com sabão as paredes internas e tampe com telas aqueles que não têm tampa própria. Fundamental que quaisquer coleções de água estejam perfeitamente vedadas.
  • Calhas para água de chuva. Verifique se não estão entupidas. Remova folhas e outros materiais que possam impedir o escoamento de água.
  • Lajes. Retire sempre a água acumulada.
  • Pneus. Guarde-os secos em local coberto. Se não for possível, coloque areia em todos aqueles que podem acumular água.
  • Suporte de garrafões de água mineral. Lave-os bem sempre que trocar os garrafões.
  • Caixas d’água e cisternas devem ser perfeitamente vedadas. Grandes coleções de água são os principais focos do mosquito da Dengue.

Mais dicas:

  • Bandejas de ar condicionado. Verifique se não estão com acúmulo de água.
  • Armadilhas devem ser postas apenas pelo poder público. Elas podem causar grande infestação.
  • Vasos sanitários. Deixe a tampa sempre fechada. Em banheiros pouco usados, dê descarga uma vez por semana. Use água sanitária com frequência em qualquer grande reserva de água sem consumo humano.
  • Ralos. Verifique se há entupimento e se não for utilizá-los, mantenha-os vedados.
  • Bandejas externas de geladeiras. Retire sempre a água e esfregue a bandeja com água e sabão.
  • Cacos de vidro no muro. Coloque areia ou cimento em todos aqueles que podem acumular água.
  • Lagos artificiais. Mantenha-os sempre limpos e crie peixes que comam
  • larva de mosquito.
  • Piscinas. Trate a água com cloro. Limpe uma vez por semana. Esfregue
  • bem as bordas da piscina na altura da linha d’água.
  • Ao menor sinal da Dengue, procure orientação médica. O risco de morte
  • cai muito quando a doença é identificada em sua fase inicial.

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Dengue Diagnóstico

Diagnóstico Diferencial


Dengue clássica:
considerando que a dengue tem um amplo espectro clínico,
as principais doenças a serem consideradas no diagnóstico
diferencial são: gripe, rubéola, sarampo e outras infecções virais,
bacterianas e exantemáticas.

Febre Hemorrágica da Dengue - FHD:
no início da fase febril, o diagnóstico diferencial deve ser feito
com outras infecções virais e bacterianas e, a partir do 3º
ou 4º dia, com choque endotóxico decorrente de infecção
bacteriana ou meningococcemia.
As doenças a serem consideradas são: leptospirose, febre
amarela, malária, hepatite infecciosa, influenza, bem como outras
febres hemorrágicas transmitidas por mosquitos ou carrapatos.

Diagnóstico Laboratorial
Exames Específicos
A comprovação laboratorial das infecções pelo vírus da
dengue faz-se pelo isolamento do agente ou pelo emprego
de métodos sorológicos - demonstração da presença
de anticorpos da classe IgM em única amostra de soro
ou aumento do título de anticorpos IgG em amostras
pareadas (conversão sorológica).
Isolamento: é o método mais específico para determinação do
sorotipo responsável pela infecção. A coleta de sangue
deverá ser feita em condições de assepsia, de preferência
no terceiro ou quarto dia do ínicio dos sintomas. Após o
término dos sintomas não se deve coletar sangue para
isolamento viral.
Sorologia: os testes sorológicos complementam o isolamento do
vírus e a coleta de amostra de sangue deverá ser feita após
o sexto dia do início da doença.
Obs.: não congelar o sangue total, nem encostar o frasco
diretamente no gelo para evitar hemólise. Os tubos ou
frascos encaminhados ao laboratório deverão ter rótulo com
nome completo do paciente e data da coleta da amostra,
preenchido a lápis para evitar que se torne ilegível ao
contato com a água.

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