Dengue
This user hasn't shared any biographical information
Posts by Dengue
Dengue Hemorrágica
Feb 27th
A Dengue Hemorrágica é uma doença gravíssima e é caracterizada por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.
Dengue hemorrágica sintomas
Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
Fotos Dengue hemorrágica
Febre amarela
Feb 27th
A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos contaminados por um flavivirus e ocorre na América Central, na América do Sul e na África.
No Brasil, a febre amarela pode ser adquirida em áreas silvestres e rurais de regiões como Norte e Centro-Oeste, além de parte do Sudeste, Nordeste e Sul. Ou seja, o indivíduo entra em regiões onde exista o mosquito Aedes aegypti ou Aedes albopictus e, conseqüentemente, sofre a possibilidade de ser picado por algum desses mosquitos já afetado pelo vírus, que possivelmente fora contraído pela picada em um ser já portador, como a espécie de bugio ou outros tipos de macacos, e, em seguida, o mosquito pica a pessoa que ainda não teve a doença e, portanto, não adquiriu defesas naturais para combater o vírus. A febre amarela urbana é considerada erradicada no Brasil desde 1942, o que significa que grandes centros urbanos não correm o risco de propagação em massa do vírus.
(Vírus da febre amarela) Pertence à família dos flavivirus, e o seu genoma é de RNA simples de sentido positivo (pode ser usado directamente como um RNA para a síntese proteica). Produz cerca de 10 proteínas, sendo 7 constituintes do seu capsídeo, e é envolvido por envelope bílipidico. Multiplica-se no citoplasma e os virions descendentes invaginam para o retículo endoplasmático da célula-hóspede, a partir do qual são depois exocitados. Tem cerca de 50 nanómetros de diâmetro.
Muitos danos são causados pelos complexos de anticorpos produzidos. O grande número de vírus pode produzir massas de anticorpos ligados a inúmeros vírus e uns aos outros que danificam o endotélio dos vasos, levando a hemorragias.
Os vírus infectam principalmente os macrófagos, que são células de defesa do nosso corpo.
Cólera
Feb 27th
A cólera (ou cólera asiática) é uma doença causada pelo vibrião colérico (Vibrio cholerae), uma bactéria em forma de vírgula ou bastonete que se multiplica rapidamente no intestino humano produzindo uma potente toxina que provoca diarréia intensa. Ela afeta apenas os seres humanos e a sua transmissão é diretamente dos dejetos fecais de doentes por ingestão oral, principalmente em água contaminada.
Transmissão da Cólera
A cólera é transmitida através da ingestão de água ou alimentos contaminados com cistos. São necessários em média 100 milhões de víbrios (e no mínimo um milhão) ingeridos para se estabelecer a infecção, uma vez que não são resistentes à acidez gástrica e morrem em grandes números na passagem pelo estômago.
Malaria
Feb 27th
A malária ou paludismo é uma doença infecciosa aguda ou crônica causada por protozoários parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada do mosquito Anopheles.
A malária mata 3 milhões de pessoas por ano, uma taxa só comparável à da SIDA/AIDS, e afeta mais de 500 milhões de pessoas todos os anos. É a principal parasitose tropical e uma das mais frequentes causas de morte em crianças nesses países: (mata um milhão de crianças com menos de 5 anos a cada ano). Segundo a OMS, a malária mata uma criança africana a cada 30 segundos, e muitas crianças que sobrevivem a casos severos sofrem danos cerebrais graves e têm dificuldades de aprendizagem.
A designação paludismo surgiu no século XIX, formada a partir da forma latinizada de paul, palude, com o sufixo -ismo. Malária é termo de origem italiana que se internacionalizou e que surge em obras em português na mesma altura. Termo médico tradicional era sezonismo, de sezão, este atestado desde o século XIII. Existem muitas outras designações.
Transmissão da Malária
A malária é transmitida pela picada das fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles. A transmissão geralmente ocorre em regiões rurais e semi-rurais, mas pode ocorrer em áreas urbanas, principalmente em periferias. Em cidades situadas em locais cuja altitude seja superior a 1500 metros, no entanto, o risco de aquisição de malária é pequeno. Os mosquitos têm maior atividade durante o período da noite, do crepúsculo ao amanhecer. Contaminam-se ao picar os portadores da doença, tornando-se o principal vetor de transmissão desta para outras pessoas. O risco maior de aquisição de malária é no interior das habitações, embora a transmissão também possa ocorrer ao ar livre.
O mosquito da malária só sobrevive em áreas que apresentem médias das temperaturas mínimas superiores a 15 °C, e só atinge número suficiente de indivíduos para a transmissão da doença em regiões onde as temperaturas médias sejam cerca de 20-30 °C, e umidade alta. Só os mosquitos fêmeas picam o homem e alimentam-se de sangue. Os machos vivem de seivas de plantas. As larvas se desenvolvem em águas paradas, e a prevalência máxima ocorre durante as estações com chuva abundante.

Casos de dengue sobem 109% em 2010, para 108,6 mil registros
Feb 27th
O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (26) que o número de casos de dengue registrados no país neste ano, entre 1o. de janeiro e 13 de fevereiro, somaram 108,64 mil registros, o que significa um crescimento de 109% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram detectados 51,87 mil casos no país. A dengue é trasmitida por meio da picada do mosquito Aedes aegypti.
O coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho, negou que haja uma epidemia da doença no país – que se caracteriza pelo aparecimento de casos em todos os municípios do Brasil. Ele não afastou, porém, a possibilidade da eclosão de uma epidemia de dengue neste ano. “Existe o risco”, afirmou a jornalistas.
Razões do aumento
Segundo Giovanini Coelho, algumas variáveis podem explicar a elevação no número de casos registrados no país, como o alto volume de chuvas e, também, as altas temperaturas registradas.
Ele admitiu, entretanto, que esse crescimento de casos é um dado que “preocupa” o governo. “Por isso, temos que intensificar as ações de combate à doença e alertar a população e os gestores”, disse Coelho.
“A população tem de cuidar sempre dentro de seus ambientes domésticos e evitar o acúmulo de água parada. Também tem de proteger os depósitos de água existentes. São medidas universais”, acrescentou o coordenador do Programa de Dengue.
Número de mortes cai
Apesar do forte aumento de mais de 100% no número de casos detectados nas seis primeiras semanas deste ano, o Ministério da Saúde informou que o número de mortes decorrentes da doença caiu em 2010. Na parcial deste ano, até 13 de fevereiro, foram registradas 21 mortes, contra 31 óbitos em igual período de 2009. “O número de óbitos pode sofrer alterações, uma vez que todas as mortes por suspeita de dengue são submetidas a investigação laboratorial”, informou o governo.
Retorno do sorotipo DEN-1
De acordo com o Ministério da Saúde, outro fator que tem contribuído para o aumento no número de casos de dengue neste ano é a circulação do sorotipo viral conhecido como “DEN-1″, que circulou com maior intensidade na década de 90.
De acordo com o governo, esse sorotipo viral voltou a predominar em alguns estados, e é um fator que pode contribuiu para que se estabeleça uma epidemia da doença no Brasil. De acordo com Coelho, do Ministério da Saúde, todas as epidemias que já existiram se deveram ao aparecimento de um novo sorotipo, ou ao retorno de um sorotipo viral que não circulava há muito tempo.
“Há um contingente muito grande de pessoas que não estão imunizadas contra o sorotipo DEN-1, em especial crianças e adolescentes”, disse Giovanini Coelho. O Ministério da Saúde informou que já alertou a todas unidades da federação sobre o retorno desse sorotipo.
Concentração em 5 estados
Dados do governo mostram ainda que cinco estados concentram “alta incidência” de registros da doença, com 77,11 mil notificações registradas, ou seja, 71% das detecções. São eles: Rondônia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Acre.
Segundo o Ministério da Saúde, 34% das notificações concentram-se em cinco municípios: Campo Grande (MS), com 12,7 mil casos detectados; Goiânia (GO), com 12,31 mil registros; Aparecida de Goiânia (GO), com 3,28 mil casos; Rio Branco (AC), com 5,05 mil registros; e Porto Velho (RO), com a detecção de 3,41 mil pessoas infectadas.
Alerta
Diante da situação, o Ministério da Saúde informa que foi encaminhado um alerta aos governadores de todos os estados nordestinos, cujo maior período de transmissão para esta região do país começa em março, e também prefeitos das capitais da região Nordeste, recomendando a intensificação das ações para eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti e a articulação com a limpeza urbana, saneamento e meio ambiente.
Ribeirão Preto-SP enfrenta epidemia de dengue
Jan 18th
São Paulo – Ribeirão Preto, a cerca de 340 quilômetros de São Paulo, vive uma epidemia de dengue, com 105 casos confirmados desde o dia 1º deste mês. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a cada dez exames realizados, quatro são positivos. Há ainda outros cerca de 150 casos suspeitos, que dependem de exames.
Em todo o mês de janeiro do ano passado, a cidade registrou 41 casos da doença, de acordo com boletim da Secretaria de Estado da Saúde. A pasta informou que, nos próximos meses, três regiões devem receber especial atenção da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) – Araçatuba, São José do Rio Preto e Ribeirão. O calor e as chuvas favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
Cidades que registraram alto índice de Breteau – usado para medir a infestação por larvas do mosquito – vão receber campanhas de conscientização sobre o Aedes. Potim, a 170 quilômetros da capital paulista, registrou um índice quatro vezes maior que a segunda cidade no ranking e mereceu uma análise especial da Sucen.
Também receberão campanhas informativas Francisco Morato, Iguape, Guarujá, Conchas, Mococa, São Joaquim da Barra, Três Fronteiras, Araçatuba, Presidente Venceslau, Bauru e o bairro de Vila Sônia, em São Paulo.
Prevenção da Dengue
A Vigilância Epidemiológica de Ribeirão Preto tenta acabar com os focos do mosquito por meio de uma força-tarefa, mas enfrenta dificuldades porque 28% das casas ficam fechadas. Para ter mais rapidamente o resultado dos exames, os agentes de saúde também montaram uma espécie de brigada. Eles percorrem as unidades de atendimento duas vezes ao dia recolhendo as amostras de sangue de pessoas com suspeita de dengue e encaminham ao laboratório municipal.
“Nos organizamos para uma situação de emergência. Dobramos a carga horária para dar conta da demanda porque estamos recebendo uma média de 40 exames por dia”, disse a encarregada do laboratório, a biomédica Elaine Manini Minto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Composição da água atrai mosquito
Jan 18th
A composição físico-química da água tem ligação direta com a infestação por larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. A constatação foi possível depois de um estudo realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo entre julho e agosto do ano passado, em Potim, município do Vale do Paraíba. Lá foi constatado o maior Índice de Breteau (valor que define a quantidade de insetos em fase de desenvolvimento encontrada nas habitações humanas) no Estado.
Pesquisadores da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), responsável pelo auxílio aos municípios no controle da dengue, ficaram intrigados pelo fato de que apesar das ações de combate ao mosquito, a infestação permanecia alta em Potim. As caixas d’água das residências abastecidas pela prefeitura local por meio de coleta de água em poços profundos, que recebiam cloração e fluoração, apresentavam altos índices de positividade em relação à presença de larvas do Aedes aegypti. Por outro lado, nas moradias que usavam água de poços rasos ou cacimbas, o problema não existia.
Mas o mistério foi desvendado. Os pesquisadores descobriram na análise físico-química que a concentração de nitrogênio amoniacal da água da cidade ficou em 1,93 mg/l (o máximo permitido em portaria do Ministério da Saúde é 1,5 mg/l). “O estudo indicou que a alta concentração de nitrogênio amoniacal atraiu o Aedes aegypti para a oviposição. A volatilização dessa substância provavelmente foi o atrativo químico responsável pela orientação do voo das fêmeas grávidas em direção aos recipientes onde colocaram seus ovos”, disse Gisela Rita Alvarenga Marques, pesquisadora da Sucen responsável pelo estudo.
Segundo ela, o resultado da pesquisa aponta a necessidade de os municípios com captação de água de poços profundos mudarem a forma de abastecimento por intermédio da implantação de estações de tratamento de água de superfície, visando a oferecer água de melhor qualidade para a população e reduzindo os riscos de proliferação do mosquito transmissor da dengue.
Mais uma criança vítima da dengue hemorrágica em Mato Grosso
Jan 18th
Dengue
Após a morte de uma criança de seis meses de vida, a dengue hemorrágica continua fazendo vítimas em Mato Grosso: matou mais um menor, o o garoto J. G. O. J., de oito anos, que residia em Rondonópolis, Sul do Estado. Ele morreu na sexta-feira, após dar entrada no Pronto Atendimento Municipal Infantil (PA Infantil), anexo ao Hospital Regional de Rondonópolis.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Valdecir Feltrin, nesse caso mais recente, o menino havia sido levado, inicialmente, ao PA Infantil na terça-feira (12/01). No entanto, segundo ele, os exames feitos não acusaram gravidade e, por isso, a criança voltou para casa. O secretário explicou ainda que, na quinta-feira (14/01), o menino começou a apresentar vômito, mas permaneceu em casa. Já, nesta sexta-feira, após o almoço, repassou que a mãe levou o garoto ao PSF do Monte Líbano, mas a médica já observou que a criança estava em estado de choque, sendo levada para o PA Infantil.
Valdecir Feltrin argumentou que os médicos do PA Infantil tentaram reanimar a criança e entubá-la, mas entende que a mesma deveria estar no Hospital Regional, devido à complexidade do caso. O secretário repassou que o problema é que o Hospital Regional não recebeu o garoto por falta de pediatra, já que a unidade não tem fechado uma escala contínua desse tipo de profissional. Aliás, Feltrin criticou a postura do Estado em insistir que o PA Infantil seja referência de alta complexidade na área pediátrica. “O Regional está entendendo assim, mas a referência [de alta complexidade] são eles”, avaliou, observando que o PA Infantil é referência apenas para baixa complexidade.
Diante da ausência do Estado, Feltrin externou que agora o Município também vai ter de se preocupar em montar uma estrutura especial para atendimento às crianças. Mesmo assim, alertou que a dengue é uma doença traiçoeira. Tanto é que lembrou que a doença é confirmada, via exame, apenas no quinto dia após o início dos sintomas. Nesse sentido, externou que deve haver um monitoramento constante da evolução dos sintomas, sendo importante que as pessoas busquem rapidamente o atendimento médico.

